fbpx

E-commerce: 7 Erros ao escolher o seu

ecommerce-para-pequenos-varejistas

E-commerce de maneira assertiva. É muito importante saber os: 7 Grandes Erros na hora de escolher um E-commerce.

Pois, já é sabido que o pequeno varejista só é pequeno no tamanho, mas ele pode ser um grande empreendedor e além do e-commerce, pode ser pelo Facebook, Instagram, Google My Business, Youtube, o importante é ter presença!

7 Grandes Erros na hora de escolher de um E-commerce

E, para os pequenos varejistas que possuem apenas negócios físicos, mas querem começar também com o e-commerce?

A dica essencial é acreditar que tudo é possível e que os dois modelos de negócios se complementam, pois, muitos empreendedores acabam apenas investindo tempo e dinheiro em apenas em um ou em outro.

e-commerce

Este ano, pudemos observar que depender apenas de uma estratégia de vendas pode ser um grande erro e que sempre ter uma carta na manga para imprevistos é de longe a melhor das estratégias.

E, é impressionante a disponibilidade de conhecimento disponível no mercado, os donos dos pequenos negócios, até conseguem abrir suas próprias lojas virtuais de maneira solo, porém é necessário ESTUDAR, para se sobressair perante os concorrentes.

7 Grandes Erros a serem evitados

Com o isolamento social, o grande passo já foi dado para que todos possam aplicar tecnologias aos seus negócios e otimizar processos.

Vale ressalvar que ainda assim, 40% das empresas brasileiras, possuem apenas 10% do seu faturamento proveniente do e-commerce, sendo então o restante de outras estratégias, como a venda física ou in loco.

Outro ponto que deve ser levado em consideração, é um grande facilitador (ou não) de vendas online, são os marketplaces.

amazon

Por que “ou não”? Pois, assim como os marketplaces são facilitadores, eles podem ser aqueles que desbanquem os pequenos varejistas, claro que no modelo de negócios atual.

Muitos não se comportam dessa maneira, mas o que queremos dizer, é que os pequenos e médios varejistas, estarão sempre “dependendo” das grandes tecnologias para serem vistos e se qualquer coisa acontecer, eles são simplesmente extintos.

Falando de grandes tecnologias, já estamos vendo o nascimento de algumas delas, que possuem o intuito de baratear os custos dos pequenos e médios empreendedores e o que está facilitando essa transição é a abertura do mercado num geral, para as compras integrativas e interativas, onde o mundo off-line se encontra com o on-line.

Daí a importância de chamar o seu público, para o seu próprio e-commerce, com as suas próprias regras e as suas próprias promoções, ou seja, é muito importante possuir parceiros como Mercado Livre, OLX, Magalu, Americanas, Via Varejo, etc.

Mas, também é muito importante andar em conjunto com as suas redes sociais, o seu site e o seu negócio local, a sua identidade e assim se acontecer qualquer coisa, você ainda será encontrado pelos seus clientes.

redes sociais

Assim, como o Varejo Físico, o Varejo Online possui as suas peculiaridades e detalhes a serem analisados com máxima cautela, pois o excesso de informações dentro do seu E-commerce, também pode gerar alguns problemas graves, como a falta de organização dessas informações de modo que possam realmente ajudar no dia a dia do varejista e não simplesmente atrapalhar.

E, a falta de organização, definição ou conhecimento de:

  1. Problema e Mercado;
  2. Metas;
  3. Estratégias;
  4. Mão de Obra especializada;
  5. Infraestrutura;
  6. Análise de Dados;
  7. Tecnologia para Proteção de Dados dos Usuários.

Podem simplesmente destruir com qualquer estratégia definida anteriormente.

1. Problema e Mercado

Bem provavelmente se você está pensando em migrar ou apenas abrir um e-commerce, você já deve ter muito bem definido um problema a ser resolvido e um mercado que você gostaria de vender.

Mas, caso ainda não tenha definido muito bem o problema do seu público e quem é ele, a falta dessa definição ou talvez a falta de revisão para a aplicação no meio digital, é com certeza um dos principais agentes negativos para fazer com que o seu negócio não se perpetue.

problema de mercado

Afinal, toda marca, negócio ou produto, busca resolver algum problema/necessidade de mercado (público), porém, para pequenos varejistas, se torna um pouco difícil identificar se o problema é apenas local ou existe uma demanda de mercado mundo à fora.

No próximo tópico vamos falar um pouco sobre UX (Experiência do Usuário), mas podemos adiantar que ele consiste também em fazer uma pesquisa de mercado, para otimizar o seu e-commerce.

De forma que, entregue ainda mais valor para o seu público, através de análises de métricas de concorrentes, como fluxo de vendas, possíveis públicos entre outras estratégias, para alcançar as suas metas.

2. Metas

Pode até parecer clichê, mas a partir do momento que não é definido de maneira clara e objetiva sobre onde chegar e como chegar ou seja definir metas, todo o resto irá por ralo abaixo, apenas pela simples chance CONCRETA, de ficar andando igual à uma barata tonta, sem direção.

metas

Por isso, vale uma pesquisa de mercado para saber como os concorrentes estão se comportando em relação ao mercado, além de estratégias financeiras para saber o quanto você estará disposto a investir para alcançar uma meta definida e se será viável começar a planejá-la.

Muito se fala em UX ou Experiência do Usuário, que é nada mais do que entender de maneira mais completa como o usuário interage com o mundo ao seu redor, pode ser desde produtos, serviços, marcas e pessoas (que representam uma empresa).

Tudo isso com certeza irá te dar um norte de qual será a melhor estratégia a ser definida com base em dados, seja para loja física ou para o seu e-commerce.

Algumas das metas para o seu e-commerce, podem ser por exemplo, um XX número de vendas mensais, aumentar o faturamento em um determinado período, aumentar o engajamento dos seus clientes, além de aumentar a satisfação em relação ao seu negócio, melhorar o seu posicionamento e reconhecimento e com certeza superar os seus concorrentes.

3. Estratégias

Depois de definir as suas metas, logicamente o próximo passo seria definir as estratégias consideradas mais assertivas para atingir o objetivo.

E, existem várias estratégias que podem ser aplicadas, mas com a nossa experiência, é preciso definir apenas algumas para não se perder no meio do trajeto, e uma das estratégias mais assertivas e que podem ser aplicadas a qualquer negócio é a PRESENÇA.

Como falamos lá no início, o pequeno lojista não precisa estar necessariamente em alguma plataforma de e-commerce, o interessante seria, para não depender apenas de outros marketplaces e páginas nas redes sociais, e assim ter literalmente um endereço digital para atração de clientes, que podem inclusive converter no meio online, quanto no meio físico.

Afinal, é no seu site que estará todas as informações do seu negócio, inclusive o seu endereço físico e telefone para contato.

Então, executar algumas ações como cadastrar o seu negócio no Google My Business e fazer postagens periódicas, para ajudar no seu rankeamento orgânico é uma boa pedida, cadastrar seus produtos ou serviços no Google Shopping, além do Facebook Marketplace.

Por incrível que pareça, além de otimizar o seu SEO do seu e-commerce com tag’s segmentadas de acordo com o seu público, produto ou serviço, investir também em SEO Local, é uma ótima estratégia, visto que a loja ou o seu negócio físico é o POINT para que o seu cliente possa conhecer pessoalmente o que você tem a oferecer.

Inclusive, você já deve ter pesquisado no Google para encontrar algo que pudesse comprar na sua própria cidade ou talvez em regiões próximas.

Então, ter o seu e-commerce otimizado para ser localizado também localmente é fundamental, e, além de investir em SEO Local, ter opções mais atrativas para esses clientes como produtos ou serviços diferenciados, além dos preços, opções de pagamento, entre outras coisas, contam bastante.

Enfim, existem muitas estratégias que podem ser aplicadas para ambos os modelos de negócio, pois uma coisa é certa, as suas vendas precisam ser realizadas, independente do canal, então a estratégia mais inteligente é utilizar todas as armas a favor do seu negócio.

4. Mão de Obra Especializada

A questão é, pequenos varejistas na maioria das vezes não possuem conhecimento o suficiente para criarem um e-commerce do 0 sozinhos e muito menos possuem dinheiro para contratar um Consultor ou um Funcionário especialista no assunto que o atenda em tempo integral.

Então, a saída mais óbvia seria terceirizar esse serviço com um especialista através de plataformas de Prestação de Serviço com Freelancers, que possuem esse tipo de expertise, ou ainda melhor, contratar um serviço de Consultoria.

Mas, aqui que está o pulo do gato, existem consultores especialistas em E-commerce e Especialistas em Varejo Físico e também existem Consultores que possuem conhecimento em ambos os mercados, porém geralmente acabam se especializando em uma vertente.

O que queremos dizer com isso é que será necessário verificar qual é a sua necessidade e contratar um profissional especializado para o seu problema.

5. Infraestrutura

Após de ter definido o problema, o mercado, a meta, a estratégia para alcançar a meta, contratar ou pelo menos começar a consumir conteúdos de especialistas sobre o assunto para te auxiliar.

Então, é hora de definir qual plataforma você irá escolher para iniciar os seus trabalhos online, existem muitas que podem atender a necessidade de compras online, desde as mais baratas, até as mais caras!

Então, dificilmente um pequeno varejista terá dificuldades com infraestrutura, o principal desafio talvez será na questão de atendimento ao cliente e SAC dessas plataformas.

Veja abaixo algumas sugestões aqui do Blog Varejo, mas lembramos que é necessário analisar a plataforma que melhor se adequar as suas necessidades, e segundo esse post da Jivochat, essas são algumas plataformas de e-commerce para se escolher em 2020.

6. Análise de Dados

A falta de análise de dados pode fazer com que a força de competitividade de mercado, além de falhas de processo comecem a ser recorrentes.

Pois, sãos os dados coletados de todos os processos, além de análises mais aprofundadas sobre os resultados adquiridos provenientes das suas estratégias que fazem com que a sua estrutura de negócio tenha estratégias mais inteligentes.

analytics

Esses dados geralmente são coletados pelo Google Analytics, Facebook Business, Instagram (Para contas comerciais), porém existem muitas outras tecnologias gratuitas e pagas para a análise desses dados, inclusive a maioria das plataformas de e-commerce, já fornecem algum suporte para entrega de métricas de resultado.

7. Tecnologia para Proteção de Dados dos Usuários

A falta de processos para a Proteção de Dados dos seus Usuários pode se tornar um perigo para o seu negócio, pois com a lei da LGPD, o vazamento dessas informações é digno de uma multa bem salgada.

A maioria das plataformas de e-commerce já possuem uma engenharia de segurança por trás da interface, mas é preciso muito cuidado para lidar com essas informações de forma segura como em plataformas financeiras, de marketing ou qualquer outra que você necessite utilizar.

proteção de dados

Além de analisar também, se essas plataformas de e-commerce em questão possuem esse tipo de tecnologia de segurança, muito bem estruturado e atualizado.

E, se tratando de proteção de dados do usuário, existem alguns princípios que devem ser levados em consideração como:

  • Confidencialidade de informação;
  • Confiabilidade de armazenamento;
  • Integridade de dados;
  • Disponibilidade de acesso das informações dos usuários;
  • Autenticidade de registro de usuários.

Para resumir, esses são os 7 pontos que devem ser analisados ao definir uma estratégia de negócios baseada em vendas on-line e assim evitar erros que podem prejudicar o seu negócio.

Porém, alguns deles podem e devem se encaixar em um modelo de venda físico, pois como foi comentado, os dois mundos tendem a se chocar, o que pode ocasionar um atrito se ambas as estratégias forem mal elaboradas e estruturadas.

Nós do Blog Varejo além de outras frentes, estamos em parceria com o Movimento Portas Abertas e temos o foco de digitalizar pequenos, médios e grandes varejistas que enfrentam os impactos econômicos do coronavírus.

O e-commerce entrou não como uma oportunidade, mas como uma estratégia. Quem já estava digitalmente posicionado enxerga, na receita de suas empresas, a importância de também vender de modo on-line para evitar que o negócio quebre em meio à crise.

Com a união dos principais players do mercado, engajados para oferecer e democratizar o acesso às ferramentas e ao suporte necessário para viabilizar o e-commerce como uma estratégia capaz de driblar a crise.

portas-abertas

Seja potencializando os resultados de quem já é lojista e precisa performar melhor ou de quem chega agora no mercado digital, nosso compromisso é não permitir que a falta de conhecimento ou recursos impeçam o seu negócio se manter de Portas Abertas.

Então é isso, se você gostou, dá um like para ajudar o nosso trabalho, nos siga nas redes sociais e ative as notificações para receber em tempo real as nossas novidades. E, se precisar, estaremos por aqui para te ajudar! 🙂 até a próxima

Leave a Reply

Your email address will not be published.Required fields are marked *